A bichinha foi ao cabeleireiro e pediu:
- Escuta aqui, Mona! Eu quero um corte transexual, entendeu?
- Como é isso?
- É simples, corta na frente e pica atrás!
terça-feira, 27 de abril de 2010
O português e o leproso
by
Flavio Andrade
O português foi preso na cela em frente a de um leproso.
Dias após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.
Até que certa vez caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela.
Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.
Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.
Uma semana depois caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.
Aí o português não agüentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.
- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente à minha está fugindo aos poucos...
Dias após dia, ele observava o leproso cuidando de suas feridas.
Até que certa vez caiu um dedo do leproso. Este o pegou e o atirou pela janela.
Uma semana depois, caiu outro dedo e o leproso atirou-o pela janela.
Algum tempo depois, caiu uma orelha, o leproso atirou-a pela janela.
Uma semana depois caiu o pé, o leproso atirou-o pela janela.
Aí o português não agüentou mais e pediu uma audiência com o Diretor.
- Olha, senhor diretor, eu não quero ser chamado de dedo duro, mas o gajo que está na cela em frente à minha está fugindo aos poucos...
cientista
by
Flavio Andrade
Um cientista muito inteligente e curioso começou a fazer uma experiência com uma aranha. Todos os dias ele anotava em seu diário suas novas descobertas:
"Primeiro dia: a aranha tem oito pernas. Retirei uma perna e disse:
- Ande aranha! E ela andou.
Segundo dia: retirei a segunda perna e disse de novo:
- Ande aranha! E ela andou.
Repeti a mesma operação até o último dia, quando tirei a oitava e última perna e disse:
- Ande aranha! Mas ela não andou!
Grande descoberta: sem as pernas, a aranha é surda!"
"Primeiro dia: a aranha tem oito pernas. Retirei uma perna e disse:
- Ande aranha! E ela andou.
Segundo dia: retirei a segunda perna e disse de novo:
- Ande aranha! E ela andou.
Repeti a mesma operação até o último dia, quando tirei a oitava e última perna e disse:
- Ande aranha! Mas ela não andou!
Grande descoberta: sem as pernas, a aranha é surda!"



